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Honestidade

Como nós, que não saímos por aí assaltando senhoras na rua, podemos empregar mais a honestidade no dia-a-dia?

by leandro castello branco em 1 de dezembro de 2010 | 9:58

“Num comício daquela pequena cidade, dizia o prefeito: – Minha gente! Durante todo o meu mandato, coloquei a minha honestidade acima de qualquer interesse político. Vocês podem ter certeza de que neste bolso – e batia no bolso do paletó com uma das mãos – NESTE BOLSO, nunca entrou dinheiro do povo. Neste instante alguém grita: – Paletó novo, hein?”

Talvez você tenha rido da piadinha acima assim como eu, quando a li pela primeira vez. Ok, ela nem é tão engraçada assim, eu é que rio de qualquer coisa. Mas o que é ainda menos engraçado é pensar que hoje os representantes da nação nutrem um desprezo tão grande pela honestidade. A coisa chegou a tal ponto que a percepção popular de um bom político se resume na máxima “rouba, mas faz”, que, aliás (e por incrível que pareça), foi um slogan não-oficial que rendeu votos a Adhemar de Barros na década de 50. É triste ver que esse oba-oba com o dinheiro público não é de agora. + Leia mais

Valor dos valores

Encontrar em nós a paz que buscamos começa com uma atitude nossa em relação ao mundo.

by leandro castello branco em 1 de novembro de 2010 | 15:18

Minha mulher é designer de jóias. E enquanto ela via o edital de um desses concursos promovidos por uma mineradora sul-africana, eu acabei xeretando o negócio também e achei uma coisa muito interessante. O tema central era “Sincronicidade – Valores Humanos Através dos Tempos”, e logo no começo o texto explicativo dizia assim: “Uma das mais importantes tendências da sociedade moderna está pautada na busca de novas crenças e valores, no plantar de sementes para colher um novo futuro e vislumbrar saídas, uma tarefa de todos.” Legal, né?

Só que aí me bateu… Buscar novas crenças? Novos valores? Mas, o que que tem de errado com os velhos? É possível trocar de valores como se troca um tênis?

E o que você faz com o velho? + Leia mais

Uma parábola Budista

Como nosso estado mental altera nossa realidade.

by leandro castello branco em 27 de outubro de 2010 | 11:45

Depois que eu escrevi o post anterior, lembrei de uma historinha budista que ilustra bem esse conflito interno nosso que determina os altos e baixos da vida. Se me lembro bem, ouvi esse conto num curso na Índia, em 2006. Segundo me lembro, ela é mais ou menos assim:

“Havia um guerreiro muito famoso que, vagando pela floresta, encontrou um monge meditando sob uma árvore. Ao se aproximar, apresentou-se e disse:

- Mestre, depois de passar uma vida inteira guerreando comecei a pensar sobre a vida e a morte, sobre o amor e o ódio, o certo e o errado. Com o peso da idade começando a se abater sobre mim, começo a considerar para onde minhas decisões me levarão. Gostaria de fazer uma pergunta que nunca havia tido a oportunidade de fazer para ninguém: o inferno e o céu existem? E, se existem, como eles são? + Leia mais

Yoga, o verdadeiro sentido

Hoje temos um cardápio de tipos de Yoga. Mas quais serão seus objetivos?

by leandro castello branco em 6 de outubro de 2010 | 16:35

No primeiro post mencionei várias vezes a palavra Yoga e, no contexto, ela estava ligada à prática que muitos de nós já conhecemos e que ficou banalizada em vários “sabores” que hoje podemos encontrar no menu das academias – hatha yoga, acro-yoga, hidro-yoga, etc. Mas na sua origem esse termo em nada lembra esse sistema de fortalecimento e alongamento consciente do corpo que ficou tão conhecido aqui no ocidente.

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perfil

Leandro Castello Branco é coordenador do Saraswati Studio de Yoga no Rio de Janeiro, pratica yoga há 10 anos. Morou seis meses na Índia e desde então teve a oportunidade de viajar estudando vedanta, yoga e meditação com diversos mestres como Swami Dayananda Saraswati, S.S. o Dalai Lama e o mestre zen Thich Nhat Hanh.