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Casa da Barbie

by carolinamouta em 29 de maio de 2009 | 12:11

Posso apostar que você sonha com uma casa maravilhosa, digna de filme. Aquela em que tudo é lindo, limpo e funciona: o lar perfeito. Um lugar aconchegante e cheio de vibrações positivas. Praticamente a casa da Barbie. Mas, se você quer inspiração, aí vai: é possível visitar a casa da boneca e retirar várias idéias para decorar seus cômodos e, de quebra, ainda fazer o bem. Como? A Mattel do Brasil, empresa responsável pela Barbie, levará a algumas cidades do Sul e Sudeste do Brasil, até dezembro de 2009, a Casa da Barbie.

O projeto itinerante tem como objetivo estimular a responsabilidade social e a solidariedade. Por isso, em cada cidade na qual a unidade móvel tiver parada prevista, será firmada uma parceria com a prefeitura local que apontará uma instituição filantrópica a ser beneficiada (de acordo com o grau de carência). Todos os alimentos arrecadados como ingressos (cada pessoa que visitar a casa deverá levar um quilo de alimento não perecível) serão doados a esta instituição.

"A iniciativa funcionará como chancela local para buscar o engajamento da comunidade em algo que eles acreditam e valorizam em sua cidade, reforçando ainda mais o lado solidário da Barbie", esclarece Ana Furtado, gerente da marca Barbie no Brasil.

A proposta do projeto é mostrar ao público um pouco do universo lúdico da boneca e levar às crianças diversas atividades educativas, envolvendo temas como cultura, saúde, lazer e ecologia. Mas, engana-se quem pensa que este é um mimo só para as pequenas. A casa da Barbie está disponível também para reacender lembranças da infância daquelas que já passaram da adolescência.

De acordo com Ana Furtado, solidariedade e feminilidade estão presentes no projeto, que também traz muito sobre atitude responsável. "Esses traços fazem parte da personalidade da Barbie, que busca transmitir esses e outros valores importantes por meio de seus brinquedos".

Vamos à visita! A primeira parada no interior da casa da Barbie é feita na sala, onde a própria Barbie, virtualmente, recepciona os visitantes e transmite noções de cidadania, algo fundamental no convívio com o próximo. Na cozinha, são abordados procedimentos corretos e adequados para a preservação do meio ambiente, começando com a importância da reciclagem.

A intenção de ensinar e divertir tem surtido efeito com a criançada. "Aprendi sobre o lixo. Tem que separar. É muito importante", disse a pequena Talita Stedt, que adorou conhecer a Casa da Barbie. "Eu achei muito legal, nunca pensei que a Barbie tinha todas essas coisas. É a melhor coisa que eu já fiz na minha vida. Nunca pensei que eu ia estar dentro da casa da Barbie. Foi coisa mais legal da minha vida, eu adorei", contou a menina.

Já no quarto, as crianças serão recebidas por um contador de histórias que interpretará contos da Barbie, levando os pequenos ao maravilhoso mundo do faz-de-conta. E, no banheiro, último local de visitação, serão passadas dicas sobre higiene bucal e higienização em geral. A menina Luiza Fontana falou que a visita à Casa a fez "estudar bastante e treinar a leitura". Mas não são só as crianças que curtem o programa. "É uma oportunidade ímpar que a gente tem na cidade. É uma coisa muito importante para eles na questão, inclusive, pedagógica. A gente trabalha muito com o lúdico e com o sonho, sonhar para eles é uma coisa muito importante", acredita Renice Helena, coordenadora de educação.

E quem disse que o quintal da Barbie não é animado? Na parte externa da casa, diversas atividades rolam soltas! Os pequenos poderão se divertir com oficinas de artes, estúdio fotográfico, escolinha de trânsito e sessão de cinema. É tanta coisa que até mesmo os homens costumam gostar. "As questões abordadas fazem crianças e adultos pensarem", comenta Everson de Souza, advogado.

Normalmente, a Casa da Barbie fica nas cidades por cinco dias, de quarta a domingo. O primeiro dia é exclusivamente destinado à visitação de escolas públicas e instituições, com entrada gratuita.

Que tal resgatar um pouco da magia de sua infância? Não é pecado algum relembrar bons momentos e se sentir a própria Barbie. Outra oportunidade como essa você nunca sabe quando vai ter. Não dá para perder! "Adorei, é o sonho de toda menina, pequena ou grande!", finaliza Cristina Salles, estilista.

A biografia de Ruth Handler

by carolinamouta em 27 de maio de 2009 | 12:13

Sabe aquelas pessoas que fazem a diferença? Aquelas que são criativas e que enxergam longe? Pois é, Ruth Handler, a idealizadora da Barbie, era assim. Mais do que criar um simples brinquedo, ela criou um ícone, uma boneca que ganhou o mundo e levou ao público um pouco da história dessa mulher. Por isso, ela é também um pouco mãe das mulheres de todas as idades que seguiram à risca o seu ensinamento: podemos ser o que quisermos.

Ruth era uma das dez filhas de um casal de imigrantes poloneses. A menina nasceu e foi criada em Denver, no Colorado (EUA). Quando adolescente, durante um baile no colégio, conheceu Elliot Handler, com quem, depois de vários anos de noivado, se casou. O casal teve três filhos: Barbara, Ken e Skipper.

Em 1945, Elliot, junto com seu amigo Harold Matson, fundou a Mattel. No início, a empresa ficava em uma espécie de garagem e vendia molduras de madeira. Como hobbie, produziam móveis de brinquedo com as sobras da madeira. Pouco depois, Matt saiu da sociedade e os Handler passaram a dar ênfase a produtos infantis lançando, em 1947, uma linha de brinquedos musicais.

Um dia, observando a filha Barbara, Ruth percebeu que a menina adorava brincar e recortar bonecas de papel. Era assim que ela confeccionava as suas bonecas, deixando de lado os bebês, bastante comuns na época. Foi daí que veio a idéia de criar uma boneca que refletisse uma adolescente.

A encomenda foi feita ao designer Jack Ryan, em 1958: Ruth pediu que a boneca tivesse três dimensões e um ar mais adulto. A patente foi requerida e conseguida no mesmo ano. A novidade estava pronta para ser apresentada ao mundo.

Em 1959, nasceu Barbie – batizada com o apelido da filha do casal. E, como todas nós já sabemos, foi um sucesso. Apresentada ao público na Feira de Brinquedos de Nova York, a boneca que fugia do convencional vestia maiô listrado e sandálias nos pés.

A previsão, no entanto (e ironicamente), não era das melhores: a boneca fracassaria por fugir dos parâmetros habituais. Mas Ruth não se abateu e acreditou em seu projeto. Ela queria que as crianças tivessem a oportunidade de sonhar com metas de vida, do início ao fim da brincadeira. E Barbie daria asas à imaginação: com ela, a menina poderia ser o que quisesse. Parece que a estratégia deu certo: só no primeiro ano de existência, foram vendidas 351 mil bonecas.

A partir da criação da Barbie, Ruth foi acusada de fazer com que as crianças projetassem a vida adulta. A sociedade ainda era bastante fechada e as meninas brincavam, até então, exclusivamente com bonecas-bebê, ensaiando para a vida de mãe e dona de casa que os costumes da época impunham. A empresária tinha, portanto, conseguido o que queria: alavancar uma revolução.

E a Barbie ajudou, justamente, as mulheres a conquistarem liberdade. Na sua autobiografia (publicada em 1994), Ruth Handler deu, no entanto, uma boa resposta aos que a acusaram de estereotipar a beleza feminina: "Minha filosofia, ao criar a Barbie, é a de que, através dela, meninas podem imaginar que são a mulher que bem entenderem. A Barbie sempre representou as diversas escolhas que a mulher tem a sua disposição". E ela não estava fazendo tipo: Barbie poderia ser loira, morena, ruiva e negra, além de ter a profissão que desejasse.

No início da década de 60, a Mattel contabilizou um lucro de cerca de 500 milhões de dólares. Além de roupinhas diversas e da Skipper, a irmã da Barbie, Ruth criou o Ken, o namorado da boneca, em 1961. O nome do boneco também teve origem na família de Handler. Ele foi batizado com o nome de seu filho, falecido anos mais tarde (1994), vítima de um tumor no cérebro.

Anos depois, Ruth deixou a Mattel. Descobriu um câncer e se submeteu à retirada do seio onde o tumor havia se instalado. Depois do episódio, aderiu às campanhas de conscientização e criou a empresa Nearly Me, que fabricava próteses para mamas. Além de mudar a forma como seriam feitas as próteses no futuro, a empresa renovou a confiança das mulheres. Ruth queria ajudá-las a desenvolver seu potencial. A empresa foi vendida por US$ 1 milhão.

Ruth Handler morreu aos 85 anos, em Los Angeles, na Califórnia, no dia 27 de abril de 2002, devido a complicações pós-operatórias. A empresária havia retirado um outro câncer, dessa vez no colo do útero, meses antes. No entanto, antes de deixar o mundo cor-de-rosa que criou, ela viu sua Barbie ser a boneca mais conhecida e vendida no mundo.

Sua maior herança para nós, mulheres – e um pouco filhas, netas e bisnetas de Ruth – é essa criação que tanto nos inspira. Independente da idade de cada uma de nós, a Barbie é e sempre será um clássico que traz alegrias, histórias, culturas e nos lembra de como é bom ser mulher.

Barbie, ícone cultural

by carolinamouta em 20 de maio de 2009 | 14:44

Responda bem rápido: que boneca atravessou gerações e ainda encanta crianças e adultos? É lógico que a sua resposta não pode ser diferente. As outras bonecas que me desculpem, mas Barbie é Barbie. Ela inspira as meninas a sonharem e descobrirem que, brincando, podem ser o que quiserem. Por isso, ainda hoje, é tratada com um verdadeiro ícone cultural, um exemplo que passa de geração para geração.

A Barbie chegou aos 50 anos com muita ‘bagagem'. Muitas mulheres sonharam em ter uma Barbie e diversas mães se orgulham da coleção, que, hoje, repassam para suas filhas junto com histórias, momentos alegres da infância e um universo de possibilidades que cabe em uma brincadeira. Nesse meio século de vida – muito bem vivida – a Barbie registrou e retratou aspectos da cultura e da sociedade de cada época.

Nos anos 70, a Barbie seguiu a onda hippie e entrou nos embalos de sábado à noite. Na década de 80, virou adepta da malhação e chegou aos anos 90 com pose de bem-sucedida. A boneca chegou ao século XXI moderníssima. Ela influenciou, ao longo do tempo, crianças e adolescentes a se tornarem mulheres de fibra. Assim, fica fácil deduzir o porquê de as outras bonecas não terem marcado tanto a nossa infância.

De acordo com a antropóloga Mirian Goldenberg, a boneca é um modelo de comportamento e estilo de vida para as meninas. "O fato de a criança receber um determinado modelo, tão cedo, influencia sua visão sobre o que é ser mulher", analisa. Certamente, a primeira geração de mulheres que brincou de Barbie se tornou um grupo de empreendedoras e profissionais cheias de determinação, diferente do modelo ‘esposa e mãe' priorizado na década de 50.

Afinal,Barbies são instrumentos de sonho e fantasia. Com Barbie, meninas podem "viajar" e viver experiências únicas. Brincando, podem ser o que quiserem. Podem fazer escolhas.

Diferentemente das outras bonecas, principalmente as que possuem aparências bem semelhantes às de um bebê, a Barbie retrata uma outra fase da vida, cheia de personalidade e de atitude. "Ela é, de certa forma, imitada pelas meninas que desejam viver a "vida" da boneca: uma vida repleta de amor, sucesso, prestígio, reconhecimento", diz Mirian.

Não há mesmo como negar: ela é o modelo que todas querem para suas próprias vidas.A Barbie realmente inspira. É por isso que, a cada dois segundos, uma boneca é vendida em algum lugar do mundo. E, nessa conta, mais de um bilhão de exemplares estão espalhados pelo planeta, influenciando mais e mais meninas com o jeito Barbie de ser.

Cartilha da Mãe Rosa

by Redação em 19 de maio de 2009 | 14:23

Crescemos na vida com exemplos. Exemplo não é falar, não é dar lição de moral, dizer o que é certo, bom e bonito. Exemplo é ser e permitir que o outro seja.

Ser mãe, além de tudo, é mostrar a seus filhos que eles e você podem – juntos – fazer um mundo melhor. E um mundo melhor começa na nossa casa, é feito de simples gestos, com carinho e muito amor.

Ajude a gente a montar a Cartilha da Mãe Rosa. Vote nas dez atitudes com as quais você mais se identifica. As dez mais votadas farão parte dessa linda Cartilha, criada por vocês para que a vida e a relação entre mães e filhos seja mais cor-de-rosa.

Um beijo!

Acesse e vote – Cartilha da Mãe Rosa

A relação mãe e filha

by carolinamouta em 13 de maio de 2009 | 16:56

Cumplicidade e conforto são ingredientes indispensáveis a uma das relações mais importantes na vida das mulheres: o relacionamento mãe e filha. Ambas compartilham as mesmas sinas, tristezas e alegrias: em algum momento da vida já se divertiram brincando de Barbie, sonharam com o príncipe encantado, deliciaram-se com o primeiro beijo e sofreram ou sofrerão por amor. São dois pólos do ‘ser mulher'. Mãe e filha tendem a bordar, diariamente, o laço que as une, estabelecendo uma ligação muito próxima.

Principalmente quando se torna mãe, a mulher reedita, sem cortes, uma história cheia de momentos marcantes com a sua própria mãe. Mas o que deve ficar claro é que cada indivíduo é ímpar. A psicóloga Ana Cristina Calil é enfática em dizer que "cada uma deve se enxergar e se aceitar como é, com todas as diferenças de personalidade". Não é porque, desde bem pequenininha, o desejo de toda menina é ser como a própria mãe que uma será, para sempre, a extensão da outra.

A evolução da relação

No início, as mães são responsáveis pelas filhas. São quase uma só pessoa. Aos cinco anos, as meninas já querem calçar os sapatos da mamãe, usar sua maquiagem, seus perfumes e roupas. Ela é modelo de mulher, de feminino. É uma referência para que a filha construa sua própria identidade, com diferenças e semelhanças.

Na adolescência, as meninas começam a achar a mãe superultrapassada. E é aí que as amigas se tornam mais interessantes e as mães das amigas, boas confidentes. As mães devem perceber que precisam dar espaço e liberdade para as filhas fazerem suas escolhas. Conversas francas e até mesmo as discussões são um excelente remédio para que a interação entre elas não deixe de existir.

E a menina vira, enfim, uma mulher que fará as próprias escolhas e deixará a mãe de cabelo em pé. O medo de que a filha não eleja as opções adequadas faz com que a maioria das mães se coloque nessa relação com angústia, sendo levadas a dois extremos: ou afastam ou superprotegem a filha, mantendo-a sob uma dependência que corta as possibilidades de construção de sua própria história.

A linha tênue que separa um extremo do outro é a chave para transformar uma ameaça em um enriquecedor desafio: mães e filhas brigam, se afastam, se perdoam, se aproximam, crescem – acima de tudo, se amam. Muitas vezes, a filha só vai entender sua própria mãe quando se tornar uma. A partir desse momento, o relacionamento entre as duas (mãe e filha) pode se transformar em uma parceria mais plena.

"Nas conversas, minha mãe relembra tantos fatos da minha infância e adolescência que sou capaz de ficar horas só ouvindo. Nunca temos uma só história para contar. São muitos momentos vividos intensamente ao longo desses 32 anos e é impossível escolher somente uma recordação desta relação tão intensa. Todos os nossos instantes especiais serão eternos. Quero recordar isso assim como ela lembra de sua ligação com a minha avó", conta a médica Tatiana Souza.

Da amizade à rivalidade

O relacionamento de Tatiana com a mãe prova que a máxima popular é verdadeira: não é possível oferecer algo que não se tem. Se, ao longo dos anos, a mulher teve uma relação carinhosa com sua mãe, certamente será uma mãe afetuosa. Isso passa de geração para geração.

A amizade entre mãe e filha costuma ser bem explícita, pois as mulheres gostam de conversar e expressar seus sentimentos, o que facilita a aproximação e o diálogo. Mas, não tem jeito: mãe é mãe. E tem que ser. É ótimo que ela possa conversar com a filha sobre diversos assuntos, que saiam juntas e confiem uma na outra. A relação pode até parecer filha e filha, amiga e amiga, mas as regras devem sempre existir e as broncas devem ser dadas quando for necessário.

No entanto, apesar da aparente paz reinante nessas relações, nem tudo são flores. Rivalidade e ciúme podem aparecer, dando um tom nada legal ao convívio. "Isso tem a ver, principalmente, com a forma com a qual a mãe conduz a própria vida", diz a psicóloga Ana Cristina. A rivalidade pode aparecer como resultado de inseguranças, desejo de aprovação ou disputa de poder entre elas. Mães e filhas podem competir para ver quem é a mais atraente, a mais bem sucedida, a mais bem vestida.

E é aí que pode surgir um outro fator negativo: a inveja. A mãe pode ver a filha conquistar oportunidades que ela própria não teve. O contrário também pode acontecer: a filha pode sentir que não está à altura das conquistas da mãe. Entretanto, o aspecto velado é o que mais preocupa os especialistas: a rivalidade escondida sob a forma da implicância.

Em alguns casos, a mãe transfere seus sonhos e desejos para a filha, vendo nela a chance de realizar tudo aquilo que ela não conseguiu na própria vida. Desse jeito, a mãe acaba não enxergando a filha como ela é. O que vê são as características que ela própria projeta. Como resultado, o pior: "A filha pode criar um desvio de personalidade ou distúrbios de conduta porque não pode ser ela mesma", analisa a psicóloga.

Portanto, prestar atenção ao tipo de relacionamento que você tem com a sua mãe ou com a sua filha é essencial. É dando atenção a esse convívio, enxergando erros e acertos, que somos capazes de ajeitar os tijolinhos em busca da construção de uma boa relação que, afinal, só rende frutos saudáveis. A mãe se sente segura por ter feito bem o seu trabalho. A filha se torna uma pessoa de bem com a vida, inserida na família e com o ego estruturado – o que é muito importante.

Para uma mãe e uma filha há diversos mundos… É possível viajar por cada um deles e aportar sempre no do amor incondicional entre ambas. Nada é capaz de reduzir a importância de uma na vida da outra. A relação entre mãe e filha é sempre forte e vibrante. O sentimento verdadeiro que as une está sempre presente. Aproveitem!

Ser mãe

by carolinamouta em 9 de maio de 2009 | 6:18

Mãe. Palavra tão pequenina e com significado tão especial, tão infinito! Ser mãe é amar, dedicar-se, renunciar. Ter um filho não é uma tarefa nada fácil (e ninguém disse que seria!). E nem pode ser comparada a brincar de boneca: criança chora, quer atenção, quer dedicação. Ser mãe é uma arte. Ser mãe é ter um dom.

Mas, a recompensa desse trabalhão vem em forma de amor, sorrisos e carinhos. Qual é a mãe que não se derrete toda ao receber um abraço do filhote ou ao aninhar aquele ser tão pequeno e frágil? Colinho de mãe é ímpar! Não é à toa que o dito popular "mãe é uma só" vem sendo utilizado há muito tempo. Desde a Grécia Antiga já eram realizadas, em toda a primavera, festas em honra de Rhea, a mãe dos Deuses.

O papel da mãe é muito importante. É tarefa séria. E vai bem além de conduzir do ventre à vida. Ser mãe é educar, preparar aquele pequeno ser para os altos e baixos da vida. As dúvidas que surgem ao longo do caminho são mais do que normais. Mães nunca sabem se estão agindo certo e, não raro, perguntam a si mesmas se sabem realmente ser mães. "O único problema é que as respostas não vêm imediatamente e muitas questões continuam em aberto ao longo da maternidade. Somente a própria vida é capaz de sanar algumas dúvidas", diz a psicóloga Ângela Bastos.

Dizem por aí que "ser mãe é padecer no paraíso": é chamar quatro vezes para tomar banho, contar milhões de vezes a mesma história, trocar a batata frita pelos brócolis no próprio prato só para dar o exemplo. Agora, responda rápido: qual mãe não passa por isso na vida?

Não tem jeito: mãe é mãe, só muda o endereço! Elas dão broncas, pedem com jeitinho para não fazer aquilo de novo. São aquelas que riem quando ganham um desenho disforme, sem nexo, mas que, para elas, é uma obra de arte. Mãe é aquela que ajuda a montar o autorama, que brinca com a coleção de Barbies, por horas, junto com a filha. É a que chega do trabalho querendo um bom banho, mas senta no sofá e assiste um desenho animado só para ficar juntinho da ‘cria".

Se, ao longo da infância, vem o trabalho de dar banho, comida e correr atrás, na adolescência, as mães precisam lançar mão da máxima "filhos criados, trabalho dobrado". Contrariar os bem-amados não é a tarefa mais agradável, mas, com certeza, de fundamental importância na construção da saúde emocional e felicidade deles.

Que família nunca teve uma discussão,nunca entrou em conflito por conta das diferentes opiniões e vontades de pais e filhos sobre um mesmo assunto? E mãe nunca descansa. Passa noites em claro esperando os filhos chegarem da festa, faz milhares de vezes as mesmas recomendações… Ser mãe não é mole, não! "É nesta fase que as mães precisam lidar com seus maiores medos", explica Ângela Bastos.

A especialista alerta, ainda, para a "síndrome do ninho vazio". "Quando os filhos crescem e querem caminhar com suas próprias pernas, as mães ficam com a sensação de perda. O que elas devem entender é que já têm o que precisam, que são os laços fortes de
afeto".

Não resta dúvida de que ser mãe é um grande desafio. Talvez o mais belo que a mulher possa enfrentar em sua vida. É uma forma de ter o coração batendo fora do corpo, amando incondicionalmente, da forma mais linda que existe. Quando se torna mãe, a mulher descobre que sua capacidade de amar é muito maior do que ela poderia imaginar. E este é um sentimento que a acompanha por toda a sua existência.

Um passeio inesquecível!

by danielapessoa em 5 de maio de 2009 | 11:14

Quem ainda não visitou o inédito "Museu Encantado Barbie" no Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, não sabe o que está perdendo! Cenário encantador, lustres de cristal, painéis com curiosidades, vídeos e, é claro, muitas, mas muitas Barbies, divididas em sete alas. Nelas, estão expostas mais de 500 bonecas do colecionador Carlos Keffer – muitas são raridades que ninguém nunca imaginou encontrar, como o primeiro exemplar da Barbie, de 1959. É um programa que vale para todo mundo! Afinal, a entrada do museu é gratuita e ainda dá para curtir todas as lojas legais do shopping.

A publicitária Elisabete Marin não marcou bobeira e já foi conferir com a filha esse universo de glamour e diversão criado com exclusividade para homenagear os 50 anos da boneca mais querida do mundo. "Incrível como a Barbie tem sido uma boneca flexível e dinâmica. Ela acompanhou as mudanças no padrão de beleza, na moda, foi mudando e se modernizando. Hoje com 50 anos, ela está supermoderna. É claro que eu tinha que ver essa história da Barbie e de seus amigos de perto", conta Elisabete.

Para convencer a filha e suas amigas, a tarefa foi fácil. "Mencionei apenas o nome ‘Barbie' e aí, imagine, tive que levar as meninas correndo, logo na primeira oportunidade!", conta a publicitária, que confessa também ter ficado muito ansiosa para visitar a exposição. "Visitamos o museu no sábado, logo após a inauguração. Foi tranquilo chegar de carro", conta Elisabete.

Segundo ela, ao pisar logo na entrada da exposição (que, pasmem, tem 600m2!), a primeira impressão é de glamour. "É como estar entrando em um mundo encantado mesmo", afirma. A filhota também ficou de boca aberta. "Achei o museu enorme, lindo e muito rosa. Amo! A primeira coisa que lembro ter visto foi o bolo gigante com 50 Barbies históricas. Todas as outras salas também estavam muito bem decoradas, uma diferente da outra. Muitas, muitas Barbies, como nunca vi antes. Isso foi o que mais me surpreendeu!", derrete-se Ana Clara Marin, 12 anos.

Karoline Ushijima, 20 anos, também ficou apaixonada pelo museu. E falar em paixão não é exagero, até porque a estudante visitou a exposição não apenas uma vez, mas quatro! "Eu sou muito fã! E Barbie nunca cansa", diverte-se Karoline, que, segundo ela mesma, experimentou uma ‘sensação única': "Me senti na própria casa da Barbie. Para mim, foi o melhor museu que inventaram! Lá dentro, tudo é perfeito", conta a estudante, que visitou a exposição com amigas e… amigos – sim, meninos!

"É um programa bem mulherzinha, mas também é superlegal para meninos. Meus amigos acabaram se divertindo, sem dúvida", garante Karoline. Estão vendo só, homens? Uma ótima oportunidade para conhecer um pouquinho mais sobre o universo feminino! Afinal, Barbie é isso, é mulher, somos nós, nossa história, nosso estilo, nossas aspirações em uma trajetória de 50 anos.

Cada sala do museu revela curiosidades que envolvem a gente. São sete salas com reproduções de bonecas históricas: as de porcelana, as noivas, salas que mostram cenas marcantes da história da Barbie, as profissões que ela teve, os grupos de rock, a sala ‘Astros e Estrelas', com personagens de cinema que inspiraram a boneca e também as Barbies étnicas, do mundo todo, inclusive do Brasil! Isso sem contar a brinquedoteca e o espaço multimídia, onde são exibidos filmes da Barbie, palestras, etc.

"Minha ala preferida do museu foi a das estrelas de Hollywood. Gostei muito de ver a Barbie Marilyn Monroe, o Elvis, a Barbie Rose (Kate Winslet), do filme ‘Titanic'. Sem contar que a exposição inteira é muito bem organizada, com plaquinhas explicando cada coisa, cada detalhe", conta Karoline.

Segundo ela, dá para ver tudo em um dia, mas, a cada nova visita, a estudante notava algo diferente. "Indo mais de uma vez, você descobre coisas novas, que tinham passado despercebidas das outras vezes. Se eu iria de novo, pela quinta vez? Com certeza!", afirma Karoline, que visitou o museu três vezes no sábado e uma vez durante a semana. "Em dia comum, é bem sossegado. No final de semana, fica mais cheio, mas ainda assim é bem tranquilo, dá para ver tudo com bastante calma", garante. "É mais fácil ir de carro, mas também já peguei ônibus e cheguei!", diverte-se a estudante.

Vale para todo mundo: mães e filhas, avós, amigas, amigos, namorados… "Ir ao Museu Encantado Barbie é muito mais do que um passeio divertido. É um passeio cultural. É uma maneira de contar história de forma divertida, lúdica e as crianças adoram. Eu recomendo para toda a família. Há muito tempo eu não fazia um programa tão completo assim com a minha filha", garante a publicitária Elisabete Marin.

Vai ficar de fora? Corre lá! Também vou indo nessa!

Serviço:

Museu Encantado Barbiede 09 de março a 31 de julho de 2009.

Confira a programação completa do Museu em maio: www.museuencantado.com.br

Horário de Funcionamento: de terça a sábado das 10h às 21h e domingo de meio-dia às 18h. Entrada gratuita.

Onde: Shopping Cidade Jardim (Avenida Magalhães de Castro, 12.000, Butantã. São Paulo – SP). www.shoppingcidadejardimjhsf.com.br / Telefone: (11) 3552-1000.

Estacionamento: R$ 6,00 (duas horas)

Doar brinquedo, doar amor

by Redação em 1 de maio de 2009 | 7:21

Guardar brinquedos queridos é manter nossa memória viva, ali, bem na nossa frente. Mas chega um momento em que as lembranças escondidas no armário podem não ser suficientes. Por que não levar a mesma alegria a outra criança?

A médica Carina Mattos diz que guardava muitas bonecas e ursinhos. Quando ia casar e começou a fazer a mudança para a casa (e vida) nova, decidiu doar tudo. "Eu amava aqueles brinquedos, mas o melhor estava dentro de mim. Eles poderiam fazer outras meninas felizes como fui", conta. Carina escolheu um orfanato e fez questão de levar pessoalmente seu tesouro. "A felicidade daquelas crianças me comoveu, deveria ter feito isso antes. Comecei uma nova fase da minha vida com essa benção", declara.

Doar lembranças é dar um pouco de amor. Mas doar também é repartir, aprender a abrir mão, dividir. É educar as crianças a pensar no próximo. A nutricionista Emanuela Pereira tem um trato com os filhos, Tereza e Emanuel: a cada brinquedo novo, um deve ser doado. "Eles sabem que existem crianças que não têm a vida deles. E eles já separam automaticamente, selecionam qual será o próximo", diz Emanuela, acrescentando: "Brinquedo quebrado não vale. É maldade dar a uma criança uma coisa velha, sem roda, sem braço. A regra é um brinquedo que eles gostariam de ganhar".

A educação faz milagres – por todos. Acostumado a ver sua família se mobilizar nas festas natalinas em prol de uma comunidade carente, Diogo Reis, 11 anos, não fechou os olhos, o coração e o cofrinho para ajudar outros meninos e meninas. Vendo que faltava brinquedo nas 100 cestas familiares que seriam distribuídas, ele ofereceu suas próprias economias para comprá-los. A graninha era destinada a um vídeogame, mas esse ficou para depois… "Eu ia ser uma única criança feliz. O que fiz foi deixar várias felizes, além de mim", conta o garoto.

Nem sempre doar significa se desfazer. A advogada Tania Oliveira tem na Barbie o grande marco da sua infância. A coleção das bonecas ficou guardada carinhosamente por anos, até ser doada à afilhada Claudia, já que Tania tem dois filhos meninos, com 8 e 5 anos. "Queria que essas bonecas ficassem perto. São peças especiais, que contam um pouco da minha infância. Quando minha afilhada completou três anos, dei a ela. Assim, vou continuar perto das minhas Barbies e ainda acrescentar mais história a elas, dessa vez, junto com a Claudinha".

Brinquedos são tesouros da infância. Mas não podemos esquecer que brincar é sinônimo de felicidade. E onde tem um brinquedo há uma criança feliz.



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É um movimento em prol de um mundo cor-de-rosa. Mais otimista, mais sensível, mais solidário, muito mais feminino. Um simples gesto pode mudar seu modo de ver a vida, pode tornar o dia de alguém melhor, pode pintar o mundo de rosa. E você, qual sua atitude rosa?