
Dois dos mais respeitados veículos para a informação e educação sobre vinhos, o jornal americano San Francisco Chronicle e a revista inglesa Decanter já estão registrando as taxas de álcool dos vinhos que testam e recomendam. Desnecessário? Os consumidores podem saber dessas taxas diretamente nos rótulos dos vinhos. O problema é o nível elevado de álcool nos vinhos.
E nível elevado de álcool danifica o vinho? Muito consumidores estranham, reclamam que essa alta octanagem tornam o vinho cansativo, até enjoativo de se beber. Um crítico comentou que às vezes sente falta do seu travesseiro quanto num jantar enfrenta um Cabernet “xaropento”, com muito álcool.
Uma das razões desse maior conteúdo de álcool reside no clima mais quente do planeta. Quanto mais quente, uvas mais maduras, mais açúcar, mais álcool. Por outro lado, esse estilo de vinho encontrou na voz dominadora do maior crítico do mundo, Robert Parker, o seu maior incentivador. Seu palato é fã ardoroso das chamadas “Bombas de Frutas Hedonistas”, minha modesta tradução para “Hedonistic Fruit Bombs”, como o mestre os classifica: vinhos com pleno de frutas pra lá de maduras, muito tempo em barris de carvalho. E alto, altíssimo nível alcoólico. + Leia mais



