
Na sua primeira crítica de vinho, pelo Twitter, classificou de “merda” o Landskroon Shiraz 2007, um tinto sul-africano. Tuitou apenas isso: “Kak. 1/10″. A pontuação, de 1 a 10, estacionou mesmo na menor marca. “Kak” é gíria sul-africana, que poderia ser traduzida como “caca” ou, eufemisticamente, “horrível”, “repugnante”, se quiséssemos abrandar o comentário. Mas a verdade é que é “merda” mesmo e ponto, opção estilística e ideológica do crítico.
Andy Hadfield diz que não suporta esnobes do vinho, não tolera enochatices. E até hoje não consegue engolir a maioria das palavras que formam o chamado jargão do vinho. Bouquet flutuante? Taninos justos? Acabamento de carvalho? Para ele essas palavras ficariam melhores ao lado de esqui, jeans e pintura. + Leia mais
