Marcia Dolores

Desapego: Uma Competência Valiosa!

by Márcia Dolores em 25 de outubro de 2013 | 15:06
Diretora-Sócia do Instituto de Thalentos, Márcia Dolores

Diretora-Sócia do Instituto de Thalentos, Márcia Dolores

Texto por: Marcia Dolores Resende

 

Quanto mais me deparo com os movimentos da vida, tanto no contexto corporativo, quanto nos cenários da vida pessoal, descubro que uma pessoa bem sucedida possui uma competência que, ainda temos poucas formas de identificar. A habilidade de desapegar-se, de saber identificar o momento de sair da situação com dignidade e lealdade a si mesmo.

Talvez mais importante do que ter a determinação, é saber a hora de se utilizar dela para sair de uma situação, de uma função, de um impasse, de um conflito de uma vida!

Existe uma cultura que valoriza o apego, como se as experiências na vida fossem eternas, esquecemos que existem ciclos com começo, meio e renovação.

Na vida profissional há um treino ao apego, começando pelo sobrenome que é assumido… “João da empresa…..”. Depois, todos os ganhos com o sobrenome, status, local, mesa, cadeira, serviços, mimos, pessoas e a ilusão de eternidade.

Na vida pessoal também criamos mecanismos de apego, como se o controle de todas as situações estivessem em nossas mãos; apego a locais, pessoas, status, condições construídas e vividas.

Ás vezes as situações nos limitam, geram cegueira e falta de perspectivas, no entanto, o apego exclui a possibilidade de mudança. Todo apego paralisa a mais sutil mudança!

O mais nocivo ponto do apego é quando acredita-se que o que é vivido, ou conquistado, tem o mesmo significado do que se é como pessoa! A ilusão de misturar sua identidade com as suas conquistas, as pessoas que estão na sua vida, os status de uma situação… é altamente limitador para a sua capacidade de SER!

Quando há confusão nesse sentido, há insegurança em perder-se ou apegar-se demasiadamente ao que você acredita ter, e esse é o primeiro passo para dependência de uma situação, de relações, e de ambientes que as vezes nos geram mais dissabores do que prazer.

Quando uma pessoa está em uma empresa, acreditando que seu valor como ser humano está intimamente ligado ao que faz, existe uma grande possibilidade de em algum momento viver o “vazio” da descoberta, de que aquele lugar pode ser transitório em sua vida. Seu valor é constante! Então, quanto mais o auto valor estiver conectado ao que é possível SER, maior é a liberdade para transformar-se e ser feliz!

Quando uma pessoa mantém uma situação em sua vida pessoal, para garantir o poder de controlar uma situação, ou por temer uma mudança, está reduzindo sua beleza de SER, pois a vida é dinâmica, e existe algo que as escolas e as famílias esquecem de informar: que a imprevisibilidade é algo real na vida de todo ser humano!

O sentir, o ser e os seus valores, são partes do seu SER, e te acompanham em todo e qualquer lugar e experiência!

Agora, o controle de uma situação, das pessoas e de seus sentimentos e atitudes, dos momentos que foram vividos… Isso tudo, pode ser uma armadilha para o apego…. E ás vezes, para ausência de felicidade!

O desapego pressupõe a segurança de que o que foi vivido tem sentido para o SER, e o que está por vir, pode ser interessante para o SER…. Que o que faz parte do SER é constante, e está ao mesmo tempo, em constante evolução, e certamente é o maior e melhor patrimônio que podemos ter!

Quando falo aqui do desapego, é importante diferenciar a visão de desapego que muitas pessoas têm de “pobreza material, resignação com sofrimento, ou de negar as questões mundanas”; aqui minha proposta de desapego está ligada intimamente ao movimento da vida e ao ciclo das experiências, processos, relações pessoais e profissionais.

Desapegar-se do apego ao sofrimento, ás vezes insistimos em uma situação que mostra claramente pouco espaço para prosperar!

Desapegar-se do apego ao passado, ao que já foi legal e agora deixou de ser, de uma época ou de pessoas….. Viver o desapego é viver a liberdade de poder escolher o que faz bem! Esse é o desapego que aqui vale como competência saudável!

Essa competência do desapego faria com que as pessoas agissem de forma mais leve, e que a vida tivesse um sentido maior!

Que tal refletir sobre como e onde você já pode treinar o desapego, e descobrir novas possibilidades?! Pois quando abrimos espaço, novas surpresas e pessoas podem entrar em nossas vidas!

 

Para desenvolver suas competências saiba mais através do site: www.institutodethalentos.com.br

 Telefones: (11) 3284-4446 / (11) 3262-5272.

 

 

Relacionamento: o que você espera na relação?

by Márcia Dolores em 16 de setembro de 2013 | 12:21

Por Márcia Dolores Resende, Diretora do Instituto de Thalentos.

“O que um relacionamento pode de fato trazer e proporcionar para uma pessoa? Esta seria uma pergunta interessante de se fazer ao iniciar uma relação afetiva. Normalmente a primeira busca é da cara metade e de todas as idealizações que acompanham esta visão, possibilitando muitas vezes uma possível falta de foco e o que é pior uma frustração.”

O amor como fonte para tudo

Um dos principais desafios do homem moderno é desenvolver relacionamentos que tenham cumplicidade, amorosidade, sensibilidade e sexualidade na dose adequada e que se renovem com o tempo. Amadurecendo como os bons vinhos sem envelhecer.

Muitos relacionamentos envelhecem e não amadurecem para desfrutar de toda a vitalidade que só os relacionamentos efetivos podem ofertar.

Hoje, vivemos a era do descartável, uma relação pode rapidamente ser descartada caso não se ajuste aos padrões desenhados por cada um dos envolvidos.

Isso faz parte da evolução ou falta muitas vezes comunicação e entendimento do que de fato é relevante na vida afetiva? Vida afetiva é de extrema importância como os outros setores da sua vida, e que uma vida afetiva saudável depende única e exclusivamente dos seus objetivos neste setor. É isso mesmo! Não adianta acreditar que ou se tem o destino de ter uma vida afetiva agradável ou se está fadado ao insucesso nesta área.

Primeiro passo para que você possa extrair o seu melhor é identificar o que é importante neste setor da sua vida.  Qual é o segredo das pessoas que vivem uma vida afetiva e amorosa de maneira tão envolvente?

Este segredo pode ser descoberto e experimentado na sua própria casa.

 

Você sabe se comunicar de forma eficaz?

by Márcia Dolores em 2 de setembro de 2013 | 11:10

Esse é um tema que me dá grande prazer de escrever. Afinal, a vida é o maior exercício para o aprimoramento da nossa comunicação.

Dentro da minha compreensão, essa habilidade pode facilitar e impulsionar o sucesso ou fracasso na vida pessoal e profissional.

A comunicação, como a própria estrutura da palavra já demonstra, pressupõe um processo que é muito diferente do que simplesmente transmitir uma informação e pronto!

Como se num passo de mágica tudo se torna claro e óbvio para o interlocutor. Se esse processo não for trabalhado de forma adequada, isso estará longe de acontecer.

Hoje, o profissional é avaliado por essa competência sem ao menos ter sido preparado para desenvolvê-la. Afinal, o ato de falar pouco garante a eficácia da comunicação.

Uma comunicação eficaz significa chegar ao objetivo utilizando o melhor da sua forma de se expressar, lembrando que todo o seu ser representa a sua expressão, além das palavras que possuem um poder significativo.

Para aprimorar a sua comunicação, principalmente no ambiente corporativo, é fundamental estabelecer como e o quê você deseja transmitir, considerando as características e forma de pensar da pessoa que receberá as informações.

Muitas vezes comunicamos algo, supondo que a pessoa entenderá automaticamente. E então, talvez, esteja o principal aspecto da falta de compreensão.

O comunicador eficaz constrói formas efetivas das pessoas compreenderem o que ele quer. Mas para isso, é importante desenvolver uma alta flexibilidade para transmitir a mensagem de acordo com cada pessoa, afinal a responsabilidade pelo sucesso da comunicação é do locutor.

Assumir a responsabilidade por essa atividade é um quesito valioso para mensurar a maturidade profissional e também desenvolver novas formas de comunicar que gere resultados.

Para que sua comunicação proporcione o resultado desejado, informe o que você quer e espera de seu colaborador, par e reporte. Nesse contexto profissional, o tempo é valioso e quem diz o que quer economiza muito bem o tempo.

Outro fator que influencia a comunicação é saber o que une a outra pessoa, o que chamamos de meta-objetivo. Saber o que vocês têm em comum aumenta a chance de desenvolver a comunicação voltada para uma aliança. Exemplo: O seu colaborador e você tem objetivos em comum como aumentar os resultados da área, ter uma ambiente satisfatório, terganhos financeiros através de um excelente bônus.

Comunicar algo se torna muito promissor, principalmente quando temos um conflito e precisamos assegurar o que foi estabelecido. Dessa forma, a aliança é reforçada, facilitando o bom entendimento de diversos temas que envolvem o dia-a-dia.

Exemplo: Você tem um funcionário que chega sempre atrasado e isso impacta no resultado de suas atividades. É preciso iniciar a conversa destacando que o grande objetivo de vocês é gerar resultados e com isso ter uma evolução profissional. Entretanto, torna-se importante cumprir horários para que também produza excelentes resultados.

Atuar com pessoas que você estabelece uma relação profissional, mantendo como foco um meta-objetivo, torna a comunicação muito mais produtiva.

Prestar a atenção no interlocutor é de extrema importância porque é ele que detém todas as informações para que a dinâmica da interação aconteça com sucesso. Quanto mais você concentrar a atenção para quem está a sua frente, maiores serão as chances de obter sucesso.

As pessoas são diferentes e podemos utilizar alguns dados para perceber essas diferenças e utilizá-las. Todos nós absorvemos as experiências através dos nossos canais de percepção: Visual, Auditivo, Olfativo, Tato e Gustativo e através da Programação Neurolinguística (PNL) é possível atuar com todos os sentidos.

Quando identificamos esses canais, a comunicação acontece de forma mais eficaz proporcionando uma sensação de compreensão e envolvimento. Isso ocorre porque gostamos de semelhanças, fator que também conhecemos por empatia.

O convívio entre mulheres de várias gerações

by Márcia Dolores em 28 de agosto de 2013 | 10:02

 

O maior desafio em uma relação é reconhecer o valor de cada pessoa, independente do seu comportamento, mesmo que sua forma de pensar e agir sejam distintas da sua.

Numa relação entre mulheres de gerações diferentes, essa é uma questão que irá aparecer com frequência, como quando a avó repreende a ação da filha com a neta, por achar que ela sabe mais como educar, e que ela agia com seus filhos de uma forma diferente e que essa forma é a correta.

 

Quando temos três gerações convivendo no dia a dia, a facilidade em reproduzir o passado, deixando de viver o presente, é muito comum. Nesse caso o limite e espaço definido para cada uma é fundamental, para que aja liberdade de ação sem que as experiências já vividas pelas mais velhas atrapalhem as da jovem.

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Trocar conhecimentos e percepções será algo valioso sempre, desde que as vivencias individuais sejam preservadas.

 

Esse é um treino para algumas avós e mães: confiar que as netas têm recursos para lidar com o que surge e buscar apoio se esse canal estiver de fato aberto e isento de criticas e avaliações.

Apoio é uma boa forma de construir uma parceria, inclusive é um alicerce interessante na relação feminina. Outro dia escrevi um artigo sobre as relações femininas no trabalho e comecei a pensar muito sobre como estas se estruturam.

 

Uma relação de desconfiança, críticas, julgamentos e desmerecimentos entre mulheres que se amam preparam as gerações seguintes para uma afinidade de pouca transparência, competitividade e desvalorização do sexo feminino. Afinal, são as mães que educam os filhos, e quanto melhor o convívio, melhor a vida da sua prole.

 

Quando três gerações decidem habitar na mesma casa é fundamental estabelecer parâmetros, que preservem as características de cada um. Também é muito importante deixar claro o que incomoda e o que é esperado na relação. Envolver todos da casa antes de trazer a avó para viver no ambiente é de extrema valia.

 

Quando uma pessoa entra no sistema familiar, por mais que seja um ente querido há uma mudança em toda a dinâmica familiar e às vezes conflitos surgem. Portanto é sempre importante negociar, comunicar e encontrar o objetivo comum. São táticas que viabilizam e que darão um toque especial, pois é o amor que une essas pessoas.

 

Por Márcia Dolores Resende, Diretora do Instituto de Thalentos

Você conhece o poder da auto-estima?

by Márcia Dolores em 19 de agosto de 2013 | 9:36

“Ter auto-estima elevada é importante. Pode significar o sucesso de uma vida inteira”.

Quem nunca ouviu essa frase que atire a primeira pedra. Afinal, muito se ouve falar na auto-estima. Mas você sabe, realmente, o que isso significa?

Se olharmos de uma forma simplificada, podemos dizer que a auto-estima é o que sentimos em relação a nós mesmos. Quando essa “opinião” é positiva, significa que sabemos que as outras pessoas gostam da gente, que temos confiança para enfrentar desafios e até mesmo para encarar tarefas desconhecidas, criando as habilidades necessárias para executar tais funções. Mas, se ela é lá pra baixo, ou seja, negativa, passamos acreditar que não somos merecedores de coisas boas, que ninguém nos ama ou que é impossível fazer algo direito ou alcançar o sucesso. Essas crenças limitantes são verdadeiros empecilhos para a evolução de qualquer pessoa.

O fortalecimento da auto-estima começa na infância e cabe aos pais solidificá-la, para que essa pessoa, no futuro, tenha amor-próprio. Se tender para o lado negativo, a criança acha que não merece o amor de ninguém, porque não sabe fazer nada direito, podendo vir a se tornar excessivamente tímida e sem iniciativa.

Mas ajudar o seu filho a desenvolver uma auto-estima positiva não significa livrá-lo totalmente das críticas. O importante é saber como que se deve repreender. O conselho que eu dou, e que certamente boa parte dos especialistas também sugere, é que a crítica deve ser focada sempre no comportamento e nunca na própria criança. Explico: Pense no seu trabalho. Você faz uma apresentação em PowerPoint, se empenha e acredita que deu o seu melhor. Mas o seu chefe não gostou. O que você prefere ouvir, que é preguiçoso e desleixado ou que a apresentação poderia melhorar um pouco, aprofundando tópicos e trabalhando as cores que representam a logomarca da empresa? Com as crianças, o procedimento é o mesmo. Se derrubarem suco no sofá ou no chão, não diga que são desatenciosas ou atrapalhadas. Simplesmente basta dizer para tomarem cuidado da próxima vez. É uma forma simples e objetiva e ninguém fica chateado e muito menos humilhado. Outro ponto que também é fundamental: broncas e repreensões devem ser dadas sem platéia! Jamais critique seu filho na frente de outras pessoas.

E pais com auto-estima elevada? Será que esse comportamento positivo reflete nos filhos? Com certeza! Pai e mãe, sendo pessoas bem-resolvidas, cidadãos conscientes e profissionais que investem em suas potencialidades, tornam-se exemplos seguros para seus filhos.

Diretora-Sócia do Instituto de Thalentos, Márcia Dolores

Diretora-Sócia do Instituto de Thalentos, Márcia Dolores

 

A Programação Neurolinguística (PNL) também pode ajudar nessa missão, porque a técnica ensina, entre muitas coisas, como é possível conduzir a vida de uma forma mais positiva, respeitando, inclusive, o jeito com que as pessoas enxergam o mundo. A PNL ajuda a melhorar a auto-estima, fornecendo o equilíbrio de que tanto necessitamos para nos conduzirmos no dia-a-dia. Além disso, a forma de pensar e agir muda, com a criação de um sistema de valores. Agindo de acordo com essas diretrizes, cria-se a disciplina para alcançarmos os nossos sonhos e desejos. Concretizados, somos felizes e a auto-estima torna-se positiva e lá para cima!

Fé como competência

by Márcia Dolores em 7 de agosto de 2013 | 10:37

“É notório que quem possui fé é mais sensível as questões humanas e sabe lidar melhor com as adversidades do cotidiano.  Essas pessoas são receptivas, inovadoras e conseguem, com humildade e respeito, se aproximar dos colaboradores e das questões da vida que realmente valem a pena. Com isso, conquistam o alinhamento, que na vida espiritual é chamada de paz. Na PNL chamamos de congruência.”

Quando me pergunto que a competência faria toda diferença na vida de um executivo, penso que a fé é uma competência que faz a diferença

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num cenário onde fazer a diferença é tudo.

Há alguns anos, através dos processos de coaching e de Leadership, tenho feito uma reflexão sobre os executivos que tem sucesso e quais são as causas determinantes e concluo que uma delas é a fé.

Na PNL, a fé desenvolve um papel essencial na vida e em todas as suas áreas, onde apresenta, de forma explícita seus poderes através do corpo, mente e definitivamente a partir dos resultados apresentados.

A fé ainda está muito vinculada à religião e a conexão que cada um pode fazer com Deus, considerando isso, também é possível acreditar que essa competência está disponível a todos.

Retomando assim uma premissa que aprecio muito na Programação Neurolinguistica que diz que todos têm os recursos que objetivarmos.

Agora vamos pensar no mundo corporativo, e o que significa a fé nesse contexto.

Basta lembrar que, independente da opção religiosa, todos concordam que a fé é um componente essencial para que se operem milagres. A fé antecede os resultados. Todas as religiões são unânimes em argumentar que é importante primeiro acreditar para depois obter o resultado. E acreditar é literalmente acreditar no melhor, seja o que for, será o melhor. Existe aqui uma ausência de controle, aquele controle angustiante, de querer controlar o que é inviável.

 Colocar a fé em pratica significa acreditar que o melhor sempre acontece quando se está preparado para desenvolver os desafios que a função determina.

Quando há crédito em relação ao melhor, inicia-se o mecanismo de fé e como conseqüência a ansiedade diminui para ceder lugar à serenidade.

 O executivo que tem fé acredita no melhor e atua para essa conquista, desenvolvendo estratégias que favorecem o resultado esperado.

 Outro fator que demonstra fé é ter um objetivo. Quem tem fé tem uma meta, algo que define suas ações e também suas convicções. Normalmente é algo importante e que tem reflexos em todos os setores da vida, tanto na sua quanto na vida dos outros.

 O executivo que pratica sua fé como competência tem conhecimento dos seus objetivos, sabe exatamente o que quer conquistar e sabe os reflexos da conquista na empresa, na vida dos colaboradores e na sua vida profissional e pessoal.

A fé também tem uma chamada para a responsabilidade individual, você é o dono da ação.

Basta estabelecer um paralelo com a religião, DEUS esta presente 100% do tempo, influenciando sempre os acontecimentos, mesmo que o devoto tenha total incompreensão sobre os desejos de Deus, ele tem a responsabilidade de fazer sua parte, escolher sua posição e confiar no que está fora das suas mãos.

O executivo que tem fé assume o que é da sua responsabilidade, o que é seu será realizado e mesmo que não compreenda algumas adversidades irá utilizá-las para gerar resultados. Atua, com a pro – atividade e com foco em soluções.

A fé também torna as pessoas mais sensíveis às causas humanas. Todos os grandes líderes religiosos desenvolveram empatia (rapport), respeitando sempre a singularidade de cada individuo.

Os executivos que praticam a fé têm sensibilidade diante das questões humanas e também se mostra humano, aproximando- se dos colaboradores. A fé também traz a inovação, basta pensar nos milagres, que demonstram formas diferentes muitas vezes da solução convencional.

O executivo quando tem fé está em busca de alternativas para chegar aos resultados, constrói saídas inovadoras. O executivo que é possuidor de fé confia na existência de soluções que tragam resultados. A fé proporciona um alinhamento, que na vida espiritual é chamada de paz. Na PNL chamamos de congruência, que significa ter uma atitude que traduz o pensamento, fala e inspirações. Um executivo de atitude congruente inspira confiança e transmite equilíbrio.

O Executivo torna-se um inspirador. Também é possível percebemos a fé através da entrega, e do comprometimento. Quando estamos com fé, estamos conectados com o presente.

Ser um executivo disponível para perceber o que esta acontecendo no aqui e agora, mantendo sua visão de futuro e um grande diferencial. Alguém que escuta, vê e sente o que se passa com sua equipe, no mercado, com o cliente, acionistas, concorrência e consigo mesmo. O importante é que as organizações identifiquem em seus executivos essa competência ou construa processos de coaching que estimulem essas práticas, para que possamos ter a fé no mundo corporativo como uma fonte de sustentabilidade.

Por Márcia Dolores Resende, Diretora do Instituto de Thalentos

5 dicas de como viver o AMOR com plenitude.

by Márcia Dolores em 10 de junho de 2013 | 17:39

Muitas pessoas acabam vivendo no amor suas principais angustias. O medo de perder algo ou de não ser amado compromete qualquer linda historia de amor.

Chego ao ouvir de algumas pessoas que para evitar sofrimentos é melhor nem se apaixonar e isso sempre acabada atraindo minha atenção. Como podemos tirar a beleza de um sentimento tão precioso como o Amor?

Normalmente, algum ponto no modelo mental nas programações que foram desenvolvidas sobre o amor nos limita e muito de construir uma relação feliz de entrega.

 

Baseado no que eu disse, vamos tratar de alguns pontos:

Querer que o outro te ame mais do que você o ama: essa premissa está fadada ao insucesso. No amor a atração gera amor, a relação tem como meta fortalecer e expandir. Quando uma pessoa entra na relação já determinando que irá amar menos, está fechando o espaço para viver o amor.

Acreditar que sempre há sofrimento no amor: essa é uma crença de quem está vivendo pouco o amor, afinal esse sentimento é para nos tornar melhores, podemos ofertar o nosso melhor para vida e para o outro. O sofrimento é uma sensação que construímos quando queremos possuir o amor ao invés de viver o amor. Viva sem querer controlar o outro. Permita-se.

Os diferentes se atraem: costumo brincar que para Nelson Rodrigues esta prática é formidável e passional. O ideal é viver o amor com valores em comum para que os sonhos também possam ser comuns. Um casal que sonha em comum constrói um amor sustentável e que gera evolução, e com valores em comum fica mais divertido e profundo!

Quem ama faz o que eu faço: esta distorção é uma grande manipulação, afinal, no amor, entregamos o que desejamos e o ideal é sempre sem cobranças. Amor com cobranças deixa de ser amor. Ter valores em comum é uma coisa, agora, agir como o outro é outra muito diferente. Existem muitas cobranças nesse sentido que desgastam o amor, cada um entrega o que pode, em seu tempo e no seu ritmo. Quando há insatisfação é útil mudar, transformar e, às vezes, finalizar.

Preciso ter certeza para me entregar: a forma mais bela de viver o amor é: a entrega sem expectativas. A entrega é a contemplação do amor, pois quando desenvolvemos essa habilidade, há uma diluição do que nos faz mais fortes. Se entregue por você! Seja maduro de fazer sua escolha e viva sem garantias, afinal, o amor está distante das garantias, até para manter a fidelidade com a suavidade e profundidade que só o amor tem!

Amor: um exercício de entrega e sincronismo

by Márcia Dolores em 27 de maio de 2013 | 15:32

Neste mês, estamos mais receptivos para o tema amor, embora na minha visão pudéssemos todos os dias ter uma atenção especial para práticas de amor, afinal, está provado que para o corpo, mente e alma o amor só faz bem.
Lógico que temos um olhar mais restrito para o tema amor, concentrando entre um homem e mulher a vivência do amor, ou então dentro das famílias e entre amigos!
Naturalmente, no mês dos namorados, há um foco maior para a vivência de amor entre um homem e mulher, que é uma das formas mais primitivas de exercitar o amor, afinal, tudo o que temos depois é uma reprodução desse modelo.
O amor poderia ser sempre esse exercício de entrega do seu melhor, com disponibilidade de viver o amor para aprimorar seu ser e fazer a entrega genuína.
Para isso, seria importante a coragem de entregar sem se ocupar com o que você irá ter de retorno, simplesmente, reconhecendo que sua entrega faz bem para você e se for diferente sempre há escolhas.
Viver o amor é uma forma de ser gentil, de desprender-se do ego para viver o self, a nossa mais pura essência que está desprovida da vontade de ter poder sobre o outro.
Quando esse amor acontece ninguém quer impressionar ninguém, é espontânea a interação e conta com uma natural dose de intimidade, que faz a interação ser gostosa, pois simplesmente flui.
Isso ocorre porque o amor nos dá se desejarmos a liberdade de sermos autênticos em cada olhar, gesto e fala, pois a linguagem é a do coração.
Esse é um estado de graça, quando estamos amando nosso olhar pode ter um brilho que nos faz belos pelo simples fato de existir o exercício do amor.
Quando descobrimos a liberdade de amar queremos o bem do ente amado, independente de estar ao nosso lado ou não.
Compreendemos que o tempo da nossa urgência pode ser diferente do tempo do amor e da vida.
Essa é também a beleza do amor, ele é intenso e sem presa de realizar algo, pois na essência ele já está acontecendo.
Para viver o amor é importante desprender-se de fórmulas ou de querer imprimir a sua forma, o amor é uma composição feita de duas pessoas, portanto, é uma combinação que será desenvolvida de acordo com a flexibilidade dos envolvidos.
Primeira grande habilidade para vivermos o amor é a flexibilidade para desprender-se do que era tido como regra certa e descobrir uma nova maneira que atenda as pessoas envolvidas em suas novas possibilidades.
Soltar-se de verdades únicas e descobrir que a verdade é relativa, existe uma verdade ou sintonia para aquele casal, que desenvolve sua própria dinâmica pautada em seus valores.
Entregar-se com o coração é sempre o melhor caminho quando o assunto é amor, sem falas prontas ou forjar algo.
O amor ele é simples, pois sua sofisticação está em ser simples sempre!
Em entregar-se ao momento com a alma em conexão com o coração, assim as palavras fluem com gentileza sem a acidez de alguém que quer ferir.
No amor, ferir tem pouca ou nenhuma graça, só se houver muita insegurança, e quando há muita insegurança há pouco espaço para amar.
Muita insegurança faz com que a busca seja por poder para aumentar a sensação de valia, o que compromete o amor, pois no amor a valia esta em se entregar com o coração, sem cobranças ou jogos.
O amor é puro, como nossa infância, com as coisas boas que os adultos têm para trocar e viver.
Manter-se livre para optar em viver o amor com sabor é o melhor do amor!

Amor contemporâneo.

by Márcia Dolores em 17 de maio de 2013 | 13:35

Você sofre por amar? Acha que faz escolhas inadequadas? Acredita que amar significa deixar de ser livre? Está sempre esperando alguém ideal para amar? Acha que pessoas bacanas estão escassas?
O amar ainda para muitos significa sofrer ou abrir mão do que valorizam para viver uma experiência de pura entrega por estarmos tão fixados em um ideal de amor, cheio de regras e normas que atenda aos nossos desejos mais infantis. Esperar o príncipe ou a princesa é sempre uma forma de idealizar um sentimento que tem como base humanizar, mas ele só acontece quando nós nos humanizamos, pois sem naturalidade o amor perde o brilho.
Agora, como viver o brilho do amor com bem-estar e leveza? Hoje as pessoas vivem o desespero do amor, de ter uma urgência em encontrar um amor para sanar seus vazios ou o medo de viver com a ausência do mesmo. A ausência da consciência do autovalor faz muitas vezes uma pessoa viver uma relação de dependência e poder, onde existe um jogo de quem gosta mais, quem manda mais, quem tem mais poderes, e que naturalmente favorece o comportamento de sofrimento dentro da relação.
Quando o amor começa como um jogo de poder, as chances das pessoas se machucarem ou viverem o vazio é muito grande. Jogar é diferente de amar, conquistar o coração de alguém. O amor vai além, ele te deixa aberto para vivenciar experiências sem que o sofrimento sobressaia na relação.
O jogo do amor te limita, pois evita que seu coração se abra de modo verdadeiro para encontrar os encantos do amor. Já ouvi homens e mulheres optarem por uma relação por saberem que a outra parte gostava mais do que ele. Isso é típico de uma relação de jogo. Quem está ganhando? No amor, a melhor combinação é quando os dois ganham juntos.
Quando se quer jogar, existe uma falta de consciência do próprio valor e, então, para sentir que se tem valor, é necessário jogar, e isso faz com que haja uma dependência. Outro aspecto que no amor pode gerar distorção são as prisões que o amor vazio nos traz é quando as pessoas pensam que amar significa abrir mão da sua vida para viver a vida da outra pessoa. Essa grande forma de expressar a ausência de amor ainda é muito valorizada, infelizmente.
Para amar é importante ter sua vida com sentido e desenvolver uma relação com alguém que também viva uma vida com sentido e que se abra para viver o amor como uma parte da vida dela. Essa é a melhor forma de viver o amor, não como dependência, mas como opção.
Saber o que se quer no amor nos dá a liberdade de escolher sempre viver o melhor que uma relação amorosa pode nos proporcionar. Amor é um exercício de liberdade quando se tem consciência do que é valor para você e para o outro. Escolher alguém que comungue os mesmo valores que você também é um caminho para viver o amor contemporâneo saudavelmente. Aprender como fazer isso é mais do que importante, é aprender a definir o que se quer nos aspectos afetivos, é uma atitude de maturidade.

Liderança Feminina

by Márcia Dolores em 6 de maio de 2013 | 12:45

O tema liderança para o universo feminino é algo que me encanta, naturalmente sou encantada com os modelos de liderança e agora as mulheres estão ganhando espaço na liderança e o modelo que ainda temos como exemplo são os modelos masculinos.
Ontem eu estava em um evento e encontrei uma amiga consultora voltada para empresas familiares, ela me contou uma história linda de uma empresa familiar onde as mulheres não atuam na empresa, os homens sim são preparados.
Só que nessa empresa, a primeira gestão da família foi feita através de um filho que foi criado por uma mãe viúva, que assumiu o negocio da família e preparou os filhos para serem empreendedores, portanto, essa mãe em Pernambuco foi uma líder em meados de 1915!
Eu sou neta de pernambucanos por parte de pai e sempre brinco que apesar dos homens se destacarem como os lideres, as mulheres são as verdadeiras lideres e estrategistas nas famílias pernambucanas.
O mais curioso é que se temos homens liderando, qual é a importância da mãe e da liderança feminina no modelo que estamos mais habituados?
A liderança feminina poderia ser mais suave e ao mesmo tempo assertiva?
Quando olho nas empresas muitas mulheres endurecendo suas expressões tanto verbal como física, tenho a sensação que estamos ao revés. Quando estamos criando os nossos filhos, podemos ter a doçura com direção, o que aconteceria se levássemos a doçura com direção e visão?
Essas perguntas se fazem presentes. Todas as vezes que observo uma mulher em posição de liderança desprovida da sua feminilidade, um tanto quando não às vezes completamente masculinizada, em sua forma de olhar, falar e agir, quase mais rude que o máximo de um homem pode nos apresentar quando se tem essa meta.
Lembrando novamente que a mãe é uma grande influenciadora no modelo de liderança que um homem irá desenvolver, podemos entender que com sensibilidade e doçura podemos mais…
Outra crença que encontro muito nas mulheres em posição de destaque é que não pode ser vista como uma mulher bonita. Ser inteligente é essencial, concordo que inteligência é fundamental, inclusive é uma delícia poder trocar ou ter uma liderança com inteligência estratégica que engloba QI, QE QS, inteligência emocional e social. Agora a beleza de cada mulher pode estar em conjunto com sua capacidade de construir um grande diferencial.
Isso limita algumas gestoras que tem que provar o tempo todo a sua inteligência. Costumo brincar que ser loira me da alguns privilégios, posso deixar de entender algumas coisas e gostaria de convidar as executivas que se desprendessem dessa armadilha. A liderança feminina agora já tem um espaço conquistado e pode ter um espaço para uma revisão de como liderar utilizando mais as competências do modelo mental feminino e encontrando harmonia em compor com os homens que lideram, essa integração proporcionaria para as lideranças um ganho.
Quando uma mulher quer absorver competências que são essencialmente do padrão mental masculino, está desconsiderando sua forma singular de ser e construindo um espaço para uma dualidade ou conflito.
Quando independente da posição de liderança que uma mulher ocupe ela pode sim considerar uma união ou aliança com o modelo masculino. Temos uma liderança fortalecida, sem competir com o outro, fica possível ativar a cumplicidade na liderança.
A competição como sempre gosto de lembrar os profissionais de uma forma geral é adequada quando está focada em minha própria performance: eu comigo mesmo.
E quando levamos a competição para mostrar que como lideres e mulheres somos melhores estamos deixando a oportunidade de formar uma aliança e termos uma liderança feminina que complementa a liderança masculina e vice versa.
Ainda temos um número maior de executivos em alta liderança e formado por homens, o que demonstra um espaço enorme para o desenvolvimento de uma liderança que componha melhor o equilíbrio possível entre o modelo mental masculino e feminino.
Vale lembrar o início, onde citei uma mãe viúva que assumiu uma empresa sozinha com 4 filhos em meados de 1915 e fez uma aliança com os filhos para que o modelo fosse de sucesso… e foi!

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Márcia Dolores é diretora do Instituto de Thalentos, ministrante de palestras relacionadas em questões pessoais e profissionais das mulheres, responsável pelos métodos desenvolvidos como: Atendimento psicoterápico com PNL, Hipnose Ericksoniana, Psicologia Transformacional e Processos de Coaching. www.facebook.com/marcia.d.resende twitter.com/marciadololores marciadoloresrezende.blogspot.com.br br.linkedin.com/pub/márcia-dolores-resende/16/179/ab9

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