» 2009 » janeiroBeth Valentim

Homens tarja-preta

by Beth Valentim em janeiro 29, 2009 | 9:00 pm

Existem mulheres que vivem no "fio da navalha". Sempre com o homem errado quando o assunto é o amor. São muitos esses tipos, mas os mais populares e que causam desordens incríveis nos corações são facilmente identificáveis. Por que elas insistem em ficar próximas deles? Qual o segredo desses caras que fazem com que certas mulheres fiquem fascinadas por seus exóticos comportamentos? É comum falar somente das atitudes masculinas que massacram a sensibilidade feminina. Mas seria o "defeito" só deles? Pois fiquem sabendo que não.

O bipolar

Mulheres inseguras, com auto-estima baixa, frágeis nas emoções essenciais, são típicas em escolher homens tarja-preta. Tem as que sempre se envolvem com os bipolares, um tipo gangorra-emocional que arrepia até as penugens da alma. As "gracinhas" fazem juras de amor, pedem perdão pelas palavras duras que disseram na última briga e, como passe de mágica, tornam seus lábios o melhor instrumento de soletrar barbaridades. Humor? É um complicador a parte. Sobe e desce na medida de suas sensibilidades. Equilíbrio zero.

O casado

E o casado? Tem mulher que faz planos com esse tarja-preta. Em suas fantasias acredita que vai largar a esposa e curtir a vida ao seu lado para sempre. Mulher que aposta nessa relação vive dando justificativas para todas as suas ausências – "Ele deve estar ocupado, por isso não telefonou". "Me adora, mas é difícil mesmo deixar uma vida de casado de anos". E por aí vai. É uma vida de justificativas, já que nada é verdadeiro.

O cafajeste

Conhecem o bonitão cheio de charme? Diz tudo que uma mulher quer escutar. Seu nome? Cafajeste. Desperta a sedução e atrai mulheres que adoram tropeçar em seus sapatos brancos de malandro. Geralmente é lindo, preenche o vazio de quem possui um vácuo no peito. Ilusionista por profissão, atrai os olhares e hipnotiza presas que precisam estar encantadas para se sentirem felizes.

Filhinho da mamãe

Os filhinhos da mamãe são um caso a parte de chatice, mas tem as que os veneram. Doentinhos, coitadinhos e repletos de problemas, fazem com que a mulher, tão coitadinha quanto ele, se sinta forte, poderosa e realizada por dar as ordens. Será? Pelo jeito nem imagina que mordeu a isca de um espertalhão. Ela cuida, zela, perde um tempo danado com essa espécie que se sente "o cara" ao lado da protetora em potencial. É tão frágil, insegura, triste e mal resolvida quanto. Vai dizer para ela se apaixonar por um homem bem resolvido. Pula feito lagartixa! No fundo se merecem. Anos depois, quando despertar, percebe que perdeu muito tempo de sua vida.

O encostado

Além dos diversos tarjas espalhados por aí, tem aquele que não têm grana. O encostado vive dizendo que no trabalho criam problemas com ele. Sempre uma desculpa para largar o emprego. Para ele, ter a função de avulso é ser esperto e bem resolvido. Acredita? Tem mulher que adora ter um encostado desses debaixo do seu pseudo-chicote, ela imagina estar realmente com um injustiçado ao seu lado. Ledo engano. Com tempo de sobra, ele gasta em tardes de orgia. Chega cansado, queixando-se de dor de cabeça, já que as energias ficaram na cama de outra.

Mulheres que adoram homens tarja-preta têm histórias complexas demais para serem descritas aqui. Podem ter tido mães provedoras como referencial e pais sustentados. Ou ao contrário: referencial feminino pobre de atuação na vida e deseja ser o oposto. Quem sabe rejeitadas e escolhem fracos para estarem em sua companhia. Afinal, qualquer amor as faz sentir no céu, já que se acham incapazes de terem alguém que as amem de verdade.

Algumas não conseguem um relacionamento equilibrado. Adrenalina, altos e baixos, desilusões e agravos emocionais constantes são o lema da sorte. O triste dessa historia é que, quando acordam do pesadelo, entram em contato com a realidade funesta que viveram e saem a procura de outra emoção equivocada para preencher o vazio. Vivem no ciclo interminável de escolhas, que só as deixam ficarem menos seguras e com a auto-estima estraçalhada.

‘Infelizmente, certas mulheres adoram a sensação de perigo. É o "barato" delas. Relacionar-se com tarjas-preta dá sentido às suas vidas monótonas.

Mulheres que sofrem de angústias nas relações afetivas têm olfato apurado para apontarem em direção a esses tipos. É o famoso "dedo podre". Criam expectativas sobre o homem que, percebendo sua fragilidade, posa de bonzinho para conseguir o que quer. Outras têm conhecimento do que estão fazendo. Não consciência, o que é muito diferente. Neste caso, teriam pulado fora do sofrimento. Mas como o tarja-preta é pós graduado em fisgar mulheres viciadas em emoção, nem as bem-sucedidas escapam. Não existe grau de escolaridade ou de cultura que seja antídoto contra tais opções.

Infelizmente, certas mulheres adoram a sensação de perigo. É o "barato" delas. Relacionar-se com tarjas-preta dá sentido às suas vidas monótonas. No vai e vem da culpa e da ansiedade, é como andar na corda bamba do desafio. Ou aspergir o elixir que adormece sentimentos reais contido num belo frasco. Quem sabe obter frisson no espírito, e, como suicida emocional, sair atravessando avenidas com os olhos vendados.

Se identificou uma pontinha de característica em você desse grupo de mulheres, ou anda com um desses sempre a tiracolo, procure ajuda. Conseguir entender o que está por trás desse comportamento vai criar mecanismos para lidar com a dificuldade em extirpar o tumor maligno das emoções, este que distorce a percepção e causa a morte dos melhores anseios de uma mulher.

Dicas:

- Se está cedendo tudo a um homem que acabou de conhecer, cuidado! É um tarja-sedutor que percebeu sua fragilidade. Daqui a pouco vai estar de quatro por ele, elegendo-o como príncipe encantado. Quando conseguir o que quer, nem vai lembrar que conheceu você.

- Se anda vivendo momentos difíceis, terminou relacionamento, sofreu decepções, se exponha menos às abordagens dos homens que, ou posam de bonzinhos demais, ou mostram-se saidinhos. Os extremos na curva estatística são desprezados. Faça o mesmo: siga em frente e não olhe para trás.

Incentivo rosa

by Beth Valentim em janeiro 16, 2009 | 9:42 am

Calcei minha sandália rosa. Um charme… E saí pisando no mundo. Arrastei a poeira que estava guardada nos cantos da rua. Pisei firme no chão fofo, que antes não me dava segurança. Andei muitos quilômetros. Virei esquinas e derrubei alguns letreiros que me impediam de passar. Rebeldia? Que nada! Apenas queria fazer barulho por aí, me diferenciar… Olhar do alto dos centímetros rosa que estavam aos meus pés e ver uma paisagem mais impressionante do que outrora. Verdade! Antes, qualquer rasteirinha me deixava bem, agora sou mais exigente comigo.

Não quero ficar com os pés descalços, dando mole pela vida. Desejo ter grandes perspectivas e ser mais feliz do que até o momento. Sei que em cima do salto vou ter mais trabalho para andar com elegância. Equilibrar-me. Não satisfazer a vontade em deixar tudo de lado, mas sim lutar. Isso mesmo! Brigar por dias melhores, ter a visão do futuro mais brilhante, saber erguer a bandeira da paz quando o circo estiver pegando fogo. Perdoar e sentir que posso ser a cada dia mais brilhante.

Vergonha em dizer essa palavra? E, por quê? Tenho que ser brilhante, sim! Trabalhar, estudar e chegar ao topo dos vencedores. Refletir sobre as palavras que tenho dito. Olhar de cima e parar de achar que alguns degraus são muitos. Que nada! Tenho o mundo para conquistar. Uma sandália rosa devora os olhares. Nenhuma pupila consegue ficar pequena. Todas dilatam. Mudam até, muitas vezes, de cor. É assim que quero passar minha imagem – de vencedora, guerreira.

Mulher que sobe no salto e de lá não teme, nem treme. Passa por obstáculos e se desfaz do que não tem sentido. Nariz em pé é pouco comparado ao que quero para mim. Quero ser mulher transgressora dos sentimentos – principalmente dos sentimentos que me devoram e me fazem sentir feia, incapaz e menos apaixonada por mim.

Não vou deixar mais qualquer sapato, sandália, chinelo velho me arrastar por aí sem reagir. Agora sou rosa! De olho no céu e com as solas dos pés fincadas no chão da vida. Sei que vou ter muito trabalho para deixar de lado certas manias. Tudo bem… Mas com esse tom sob meu corpo, guiando meu caminhar, tenho certeza, ninguém vai me segurar!

Momento mágico

by Beth Valentim em janeiro 15, 2009 | 9:00 pm

Aquele dia, aquela tarde, aquela noite… Tudo parecia mágico. Saí com o corpo em meu vestido vermelho. Saltos altos e finos. Cheirando a perfume. Minha cabeça estava confusa, mas meu coração sabia o que desejava. Ser feliz, compreender melhor as pessoas, pedir perdão pelo que fiz no passado, esquecer uma lembrança que doía todos os dias.

Era noite quente de verão. O céu estrelado. As nuvens não tinham mostrado suas faces. Saí do quarto do hotel onde estava hospedada e fui andar pela praia. Tirei as sandálias e segui em frente molhando os pés naquela água gostosa e quente. Ela batia com força na areia e formava espumas. Lindas espumas redondas que se uniam e mostravam belos desenhos. Não sabia bem a hora, mas tinha passado um bom tempo depois do jantar.

‘Que saudade eu sentia dele. Seus beijos ficaram presos em meu corpo. Sua voz. O jeito de ser tão carinhoso e másculo. Perfeito!

Fui para esse lugar pequeno, com apenas uma igreja na praça central e algumas vilas de casa, para descansar do tumulto de meses que passei investindo em minha vida. Quebrei a cara com certas verdades. Lutei para afastar uma tristeza profunda e terminei o projeto de trabalho de dois anos, sem tempo para descanso. Queria ficar só, apesar de um amor estar me fazendo muita falta. É verdade, um amor específico.

Depois de alguns anos casada, me separei e conheci um cara impressionante. Tudo era perfeito. Sorriso. Boca. Cheiro. Mãos deliciosas. E eu que achava que o que me levou ao altar era amor. Pois tive a certeza que nada chegava próximo ao que sentia por ele. Nos afastamos porque não tinha tempo para me dedicar ao relacionamento. Eu tinha um sonho: ser bem-sucedida na vida. Superar as dificuldades que vivi quando criança, que ainda estavam na memória. E nada me faria distanciar dos meus objetivos.

De tanto deixar para lá nossos encontros, eles foram ficando mornos. Quase frios, mas nunca distante. Que saudade eu sentia dele. Seus beijos ficaram presos em meu corpo. Sua voz. O jeito de ser tão carinhoso e másculo. Perfeito! Parei diante de um farol que piscava distante da orla do mar. Eu mirava aquela luz rodando em ciclos e pensava – por que não podia ter feito diferente? Ter equilibrado meu tempo? E ao mesmo tempo rebatia meus pensamentos: era porque não dava, não sabia fazer melhor do que fiz…

Era bom começar a me perdoar.

Sentei-me na areia fina. Abaixei a cabeça e chorei. Muito mesmo, sem conseguir controlar. Era a saudade do seu amor no meu. De suas mãos em minha cintura. Do olhar profundo que lançava quando me possuía. Ninguém havia me feito tão mulher assim. Até tentei sair com outros, mas não rolava… Coisa pequena demais perto do fervilhante sentimento que tinha consumido um ano de minha vida.

E agora? O que faria sem ele? Onde estaria? O que poderia inventar para reencontrá-lo? Levantei-me e comecei a retornar para o hotel. Resolvi ir até a boate para distrair essas lembranças, beber uma taça de prosecco e dançar. Era bom esquecer, de certo, ele nem se lembrava mais de mim.

Entrei e percebi quantas pessoas bonitas ali estavam, disponíveis. Homens charmosos e nenhum me interessava. Apenas oito minutos se passaram… Verdade! Tinha visto a hora no celular quando entrei e conferi. Fiquei com o olhar fixo em direção àquela imagem. Mágico! Momento mágico! O homem que despertou loucuras em minha alma tinha acabado de entrar onde eu estava.

O que estava acontecendo comigo? Ilusão? Fiquei congelada. Não sabia o quê fazer. Estaria sonhando? Foi quando sorriu e me chamou com as mãos. As que acho as mais lindas do mundo. Fui em sua direção. Meu corpo foi sugado pelo dele. Por seu abraço. Puxou-me pelo braço e fomos até o jardim. Ele disse: "Não suportei a saudade. Todos os dias penso em você". Fiquei com vontade de perguntar como me achou naquele lugar. Mas um momento mágico revela e mostra as direções a serem alcançadas. Deixei para lá. Ficamos juntos. Unidos, sem falar, apenas sentindo o calor do corpo um do outro.

‘Aprendi que quando se ama de verdade, nada consegue afastar duas pessoas envolvidas. Que transtornos e sofrimentos podem se dar, mas o poderoso elo do amor desfaz as dores

Sabe? Aprendi que quando se ama de verdade, nada consegue afastar duas pessoas envolvidas. Que transtornos e sofrimentos podem se dar, mas o poderoso elo do amor desfaz as dores. Esquece-se tudo e deseja-se o renascer da alegria em poder estar juntos. Momento mágico esse, que pedi ao Pai do céu que jamais terminasse. Que essa noite fosse eterna. Que nada deixasse aquele momento passar.

Muito mágico! Combinação perfeita de asteróides, estrelas guia, fumaças que enviam mensagens… Ficção ou não, algo aconteceu que nos fez não suportar a saudade. Sim, esse foi o maior e melhor momento mágico de minha vida. Não discutimos relação. Não cobramos nada um do outro, apenas curtimos os beijos. A noite inesquecível entrava pela janela do quarto do hotel. Dela podíamos ver as tais espumas batendo na areia. Também sentia algo aqui em meu coração… Tudo mágico, muito intenso, algo surpreendente e sobrenatural.

Recadinho: Quem sabe você já viveu algo assim ou ainda viva? Se for do coração, amiga, ninguém escapa. O coração é o mágico do amor. Tira da cartola as melhores magias. Aguarde! Tenha paciência… Se for dele a necessidade de transformar ilusão em realidade, pode crer, o momento mágico acontece.

Superação feminina

by Beth Valentim em janeiro 1, 2009 | 9:00 pm

Mulher supera muita coisa. TPM todos os meses. Olhares maliciosos. Gestação. A caretice de uma sociedade que a desvaloriza. O grito de liberdade que dá, quando resolve remover a poeira do salto alto. Mas ela ainda defende suas causas e luta por um lugar melhor nesse mundo machista. Quer um sexo livre como o dos homens, mas com sensibilidade. Quer reformar a estrutura dos conceitos mofados de outrora. Ter sua própria casa, a própria cama e um companheiro que lhe possa dar carinho.

Mulher é bicho esquisito, diz a letra de certa música. Mas se não fosse, como poderia superar tantas mudanças? Lembra-se de quando não podia votar? Em um passado ainda mais longínquo, mulher sequer tinha alma. Acredita? Pois pesquise, ficará de queixo caído. E eles ainda acham que elas são as idiotas de sempre. Que por serem construídas por hormônios que arredondam suas formas, deixam de ser inteligentes, capazes e guerreiras.

‘Para ser uma mulher forte e "frágil", comovente, e tudo o mais que merece ser, é preciso ter coragem. Saia de sua concha e deixe o sol fazer brilhar a beleza de pérola que você é

A mulher tem feito muito pelo mundo. Tem mostrado ao homem que ele deve ser um pai mais presente; ensina-o a respeitar as sutilezas do relacionamento, a fazer carinhos primários, dar flores, beijinhos, palavras doces… Ela se esforça em tirá-lo de sua caverna há anos. O faz deixar suas armas de pedras afiadas no chão e correr para buscar uma vida menos agressiva e medíocre. Os liberta de sua condição de "homem das cavernas", que ainda acha que ela é fútil, boba, até imbecil.

As mulheres têm músculos feitos das estrias do coração – fortes, mas diferenciados. Sublimes até. Carregam os filhos nas costas, mochilas cheias de mamadeiras, laptop rosa, maquiagem… e ainda sua sensualidade. É barra! Quanta coisa já fez?! E ainda são chamadas de "esquisitas". Neurônios a menos? E precisam de tantos assim? Poderiam ter muito menos. Com aquela carga toda sobre seus ombros, adquiriram a confiança de um mercado competitivo e masculino. Vestiram calças, ternos, mas hoje saem de saia. E, mesmo assim, são olhadas com respeito. Além disso, escolhem seus parceiros, dizem "não" aos bobocas de plantão, "mandam ver" quando sofrem assédio. Mulher de hoje não tem medo nem vergonha de ter orgasmo. Diz que sente prazer, que adora fazer sexo. Antes, tinha quase que assinar um documento, dizendo que o faria só por amor.

Mas ela supera seus dias com glamour. É crítica e gentil. Cheia de charme. E, como em outra letra de música, "puro êxtase". Combinação perfeita! Equilíbrio de emoções explosivas. A superação feminina já passou por muitas dores. Há as desquitadas, as descasadas, as mal amadas. E mesmo assim elas continuam a lutar. Seria preciso um fervilhante exército de machos para as tombarem ao chão. E, com certeza, suas almas ressurgiriam das cinzas. Por quê? Porque suas sementes são fortes, férteis, e não se destroem facilmente. Dariam frutos, outra vez.

Mulher… que passou por esse ano superando muitas barreiras. Perdeu emprego e se refez. Perdeu um amor que a decepcionou e levantou a cabeça. Foi traída e deixou o rio levá-la para novos mares. Saiu de férias para não surtar de tanto trabalho em casa, na empresa… E algumas tiveram filhos. Acordaram noite e dia para dar de mamar. Curaram suas feridas. Riram e se deprimiram. Suportaram gracinhas e agressões. Mas continuam de pé. Não tem jeito, mulher é coisa séria! Isto nenhuma música cantou ainda.

Para você, mulher, que respeito tanto, quero dizer que é uma honra poder estar aqui nesse novo ano que se inicia. Escrevendo sobre temas que nos pertencem, mas que eles adoram fuxicar. Que possamos estar unidas, mais ainda. Formar um time poderoso, sair transformando nossos sonhos e, mais do que isso, vencer. Tomara que eles possam estar preparados para nos suportar. Porque daqui para frente, pode acreditar, ninguém nos segura mais. Se quiserem posar de excêntricos, de donos do mundo – por favor! – nada de entregar o ouro ao bandido! Afinal, foram anos de luta. E, como mulher, você entende bem como doeu essa superação feminina.

Recadinho: para ser uma mulher forte e "frágil", comovente, e tudo o mais que merece ser, é preciso ter coragem. Saia de sua concha e deixe o sol fazer brilhar a beleza de pérola que você é. Reluzir em um mundo como este é para as que realmente sabem o que querem.



perfil

Consultora em comportamento, Escritora, Poetisa, Colunista, Blogueira. Consultora em Desenvolvimento Pessoal. Mestrado em Psicologia Social. Autora dos livros "Essa tal felicidade" em eBook e Mequiel – O caçador de sonhos. bethvalentimcoisademulher.blogspot.com.br